Sumário
1. Pensar infoestratégias
2. A informação deve ser sustentável
3. Dados versus informações
4. Infoestratégias Arbor

Créditos e copyleft
As informações descritas são de autoria da Arbor © 2008. A reprodução parcial ou integral deste documento é permitida desde que o endereço da página seja citado.

Última atualização: 25/02/2008
Infoestratégia
1. estratégia, plano ou tomada de decisão baseada em informações disponíveis.

2. acumulação, transmissão e conservação sustentável, tática e planejada de conhecimentos sobre alguém ou alguma coisa por meio de códigos e suportes digitais.

1. Pensar infoestratégias

Vivemos na era da informação, mas na maior parte do tempo nos deparamos com dados em estado bruto e pouco sabemos sobre como utilizá-los de maneira produtiva. Na verdade, uma parte significativa das informações que pensamos acumular diariamente na verdade são dados e por isso são pouco úteis ou difíceis de usar.

Como acumular, gerenciar e utilizar informações estrategicamente dentro de uma organização? Nós acreditamos que a informação estratégica não é facilmente encontrada:

As fontes de dados são variadas e muitas vezes conflitantes;
Os dados raramente estão qualificados ou categorizados segundo as necessidades do negócio;
Há vários caminhos para ler e dados e gerar as informações;
Diferentes interpretações levam a infinitas possibilidades na tomada de decisões gerenciais.

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2. A informação deve ser sustentável

Estratégias são planejadas levando em consideração recursos disponíveis, condições ambientais internas e externas, variáveis e demais indicadores relevantes no cenário em questão. Buscar, investigar e analisar dados procurando gerar informações estratégicas pode se tornar uma tarefa demasiadamente complexa ou insustentável.

A noção de que uma informação pode ser estratégica para uma organização está intimamente ligada à idéia de que os variados processos ligados à gerência das informações devem ser sustentáveis:

Custos versus benefícios percebidos
Os custos de prospecção, armazenamento e análise dos dados não podem ser superiores aos benefícios percebidos da utilização desses dados. Para cada folha de papel gasta no processamento de dados, no mínimo outras duas devem ser economizadas para justificar o investimento — uma para compensar o uso da que foi gasta e outra a ser poupada em decorrência das vantagens proporcionadas pela informação gerada.

Mais informação = menos custos
A quantidade de informação estratégica acumulada ao longo do tempo deve ser inversamente proporcional ao investimento necessário na prospecção, armazenamento e análise dos dados. Uma organização melhor informada deve necessariamente gastar menos em seus processos gerenciais, principalmente naqueles relacionados ao processamento das estratégias informacionais.

Muitos dados, poucas informações
A sustentabilidade de qualquer informação estratégica em uma organização está fundamentada na capacidade que os gestores possuem para organizar e sintetizar um grande número de dados em uma única informação que possa representar algum diferencial competitivo. Dados desorganizados e em excesso resultam no máximo em custos e desperdício de tempo e recursos. Deve haver um afunilamento gradual e constante dos dados coletados em direção às informações geradas.

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3. Dados versus Informação

Qual a diferença fundamental entre dados e informações? Embore estejam intimamente ligados, as organizações que estão repletas de dados em seus diversos níveis gerenciais não necessariamente conseguem produzir informações que realmente representem diferenciais competitivos.

Ilustramos a seguir um caso hipotético e extrememente comum:

Dados em estado puro
1. Nome (José)
2. Endereço
3. Data de nascimento
4. Telefone fixo
5. Celular
6. E-mail
7. Profissão (Médico)
8. Loja preferida (X-Mart).
9. Livro favorito (O Pequeno Príncipe)
10. Banda favorita no perfil do Orkut (Beatles).
Dados transformados em informação PNE
1. Nome + endereço + data de nascimento = cartão de aniversário via correio.

Dados transformados em informações PIB
2. E-mail + banda favorita no perfil do Orkut + data de nascimento = desconto promocional via e-mail enviado no aniversário do José para aquisição de CD dos Beatles na X-Mart.

3. Profissão + e-mail + livro favorito = oferta da X-Mart via e-mail de livros comprados por outros médicos que também leram O Pequeno Príncipe.

Pode-se observar que a informação 1 utiliza um meio tradicional, não-interativo, sem possibilidade do destinatário responder imediatamente o remetente (ao menos utilizando o próprio cartão), e consequentemente há poucas chances de gerar novos dados. Entendemos essas informações como PNE: Potencial Não Estratégico.

Já as ofertas enviadas eletronicamente (informações 3 e 4) permitem a interação do destinatário (José) com o remetente (loja X-Mart). Esse tipo de abordagem é típico de uma organização que desconhece seu público ou que está iniciando um processo de aproximação. Pouco se sabe além dos dados disponíveis para todos via mailings e afins, mas existe a possibilidade de gerar um dado bruto inédito: a compra. As informações geradas a partir de dados pouco úteis, mas que podem levar à obtenção de dados mais interessantes são conceituadas como PIB: Potencial Infoestratégico Baixo.

Dados PIB
11. Compra realizada
11.1 Nome do ítem adquirido
11.2 Descrição
11.3 Valor
11.4 Marca ou fabricante
11.5 Data da compra
11.6 Forma de entrega
11.7 Forma de pagamento
Dados transformados em informações PIM
4. E-mail + compras realizadas (fabricante) = desconto promocional da X-mart via e-mail em produtos da marca ou fabricante que parecem ser preferidos do José.

5. Profissão + e-mail + compras realizadas (geral) = oferta da X-Mart via e-mail de produtos adquiridos por médicos e que sejam similares às compras realizadas por José quanto à descrição, valor ou fabricante.

6. E-mail + compras realizadas (fabricante e forma de entrega) = promoção via e-mail da X-Mart listando produtos de um determinado fabricante com frete grátis para todo o país.

Os dados novos, captados no segundo ciclo de interações, são mais refinados que os anteriores, pois confirmam os cruzamentos dos registros brutos originais — por exemplo, pessoas que expõem seu gosto musical no Orkut gostam de ser presenteadas com CDs de suas bandas favoritas — e ainda abrem espaço para a geração de informações baseadas na comunicação entre a loja e o comprador. Essas informações são definidas como PIM: Potencial Infoestratégico Médio.

As informações PIM 4, 5 e 6 geram uma categoria singular de dados que formam o histórico das interações entre a empresa e o cliente. Com o passar do tempo, o conjunto dessas interações poderá ser analisado como um relacionamento com características próprias. Nesse processo, as partes envolvidas adotam comportamentos que, por um lado são influenciadas pelas interações anteriores, e que por outro influenciarão as interações futuras.

Dados PIM
12. Marca favorita do José
13. Produtos preferidos
13.1 Preferidos do José
13.2 Preferidos dos médicos
13.3 Preferidos do médico José
14. Percepções do José
14.1 Similaridade entre marcas e produtos
14.2 Oportunidades imperdíveis
Dados transformados em informações PIA
7. Conhecimento = quem é José, o que faz, o que gosta, com quem anda, onde vai.

8. Satisfação = José está satisfeito com sua relação com o X-Mart? Se está, por quê? Se não está, o que falta?

9. Confiança = José confia no X-Mart? Percebe qualidade nos produtos, vantagem nos preços, gosta do atendimento?

10. Comportamento = como e quando José; recorre ao X-Mart? Quais marcas e produtos prefere? Quais ofertas lhe chamam a atenção? Como gosta de pagar suas compras? De quanto crédito e prazo precisa?

11. Expectativas = o que José espera do X-Mart hoje? E amanhã?

12. Desejos = quais os desejos do José? E como ele espera que o X-Mart ajude a realizar esses desejos?

O acúmulo dos dados PIM possibilita o reforço dos laços entre a empresa e o cliente, uma vez que sua análise pode aumentar o conhecimento mútuo, esclarecer as percepções de satisfação e confiança, além de ajudar a prever e compreender comportamentos, expectativas e desejos de ambos os lados em relação à continuidade do relacionamento no futuro. Conhecimento, satisfação, confiança, expectativas e desejos são informações PIA: Potencial Infoestratégico Alto.

A posse de informações definidas como PIA permite que as organizações façam previsões e planejem estratégias, fundamentando as tomadas de decisões em informações disponíveis ao invés de pressentimentos ou know-how puro de mercado.

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4. Infoestratégias Arbor

O objetivo fundamental de todos os nossos serviços é auxiliar empresas e pessoas das mais diversas áreas a prospectar dados exclusivos e qualificados que ajudem a desenvolver uma curva sustentável de informações estratégicas. Atualmente contamos com as seguintes soluções:

ArborCrm
Rede social B2B/B2C.

ArborBee
A revolução da inteligência coletiva no jeito de navegar, aprender e interagir na Web.

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Anúncios gratuitos de todo tipo, para todo mundo.

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Sala de chat gratuita para atendimento on-line.



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